O mesmo fluxo de vida que, dia e noite, corre em minhas veias,
corre através do mundo; e dança em passos ritmados.
É a mesma vida que, contentemente, se impulsiona através do solo da Terra em milhões de folhas de grama, e se mistura a tumultuosas ondas de pétalas e flores.
É a mesma vida que é lançada no imenso-berço da vida e da morte,
no fluxo e no refluxo.
Eu sinto que meu corpo é glorificado pelo toque desse mundo de vida.
E meu orgulho vem do pulsar-de-vida que, há eras dança, e esta no meu sangue nesse momento.
Tradução feita livremente, tentando manter o significado do poema (pelo menos o que eu interpretei dele) e ainda sim fazer com que os versos fluíssem bem.
Texto Original de Rabindranath Tagore
Victor de Araujo Ribeiro, 17/02/2011